Nossa Sra. de Fátima

Nossa Sra. de Fátima
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

História de São Benedito

História de São Benedito

São Benedito nasceu na Sicília, Itália, em 1526. Seus pais eram descendentes de escravos vindos da Etiópia, e mais tarde libertos por seus senhores, tomando o sobrenome dos mesmos.

Sua família era pobre e o Mouro, como era chamado, foi pastor de ovelhas e lavrador. Aos 18 anos decidiu consagrar-se ao Senhor, mas somente aos 21 anos foi chamado por um monge para viver entre os Irmãos Eremitas de São Francisco de Assis. Professou os votos de pobreza, obediência e castidade. Andava descalço, dormia no chão sem cobertas e fazia muitos outros sacrifícios. Muitas pessoas o procuravam pedindo conselhos, orações e alcançavam muitas curas.

Depois de 17 anos, foi obrigado a se mudar para o Convento dos Capuchinhos, onde foi escalado como cozinheiro, permanecendo nesse humilde serviço até que foi eleito pelos seus irmãos de comunidade como superior do Mosteiro. Era leigo, analfabeto, mas foi eleito por sua santidade, prudência e sabedoria. Considerado iluminado pelo Espírito Santo, profetizou muitas vezes com incrível acerto.

Tendo concluído seu período como superior, retornou com humildade e naturalidade para a cozinha do convento, reassumindo com alegria as funções modestas que antes desempenhara.

Sempre que podia, São Benedito apanhava alguns alimentos do convento, metia-os nas dobras do burel e, disfarçadamente, os levava aos necessitados. Conta-se que numa dessas ocasiões, o santo foi surpreendido pelo superior do convento, que perguntou: "Que levas aí, na dobra do teu manto, irmão Benedito ?". E o santo respondeu: "Rosas, meu senhor !". São Benedito desdobrou o burel franciscano e, em lugar dos alimentos suspeitados, apresentou aos olhos pasmos do superior uma braçada de rosas.

Amado de Norte a Sul do Brasil, onde o chamam "O Santinho Preto", São Benedito morreu em 4 de Abril de 1589 em Palermo, na Itália. O culto de São Benedito, um dos mais populares do país, é associado aos padecimentos do negro brasileiro.  

Carnaval - Pular ou Não?

Carnaval com Cristo!

Catequistas, que tal fazer uma surpresa aos catequizandos?
Nosso principal objetivo deve ser  mostrar a essa geração que existem maneiras de comemorar o Carnaval sem precisar perder a identidade de cristãos, fazendo a festa com a mesma alegria, mas sabendo onde está o limite
Depois de todas as explicações... que tal confeccionar uma máscara com eles? Ou quem sabe distribuir as que você cainhosamente irá preparar para eles?


   É muito fácil e divertido fazer uma máscara  pode colar a xerox do molde abaixo em cartolina ou  EVA, antes de recortar .E a decoração pode ser feita com paetes, cola colorida, glitter...




Carnaval - Pular ou Não?

Estamos a poucos dias do Carnaval... um tríduo onde comemoramos a  “despedida da carne” já que são os três dias que antecedem  o período da Quaresma... época em que nós cristãos somos aconselhados a fazer jejum de carne... ou alguma outra coisa que nos apeteça mais que a carne para jejuar... eu já fiz jejum de café, de refrigerante...

Mas antes de falarmos da quaresma, vamos falar do carnaval... uma festa que teve sua origem no paganismo... mas que há muito tempo a Igreja na tentativa que conter os excessos que eram cometidos durante esses dias incluiu a festa no calendário religioso.

Então é isso... vamos nos divertir mas sem excessos!

Lembrem-se do  grande ensinamento  que o Apóstolo São Paulo, grande amigo de Deus e da Verdade nos deixou:

"Tudo posso, mas nem tudo me convém"..



Carnaval vem aí!

Então turminha abençoada!
A alegria do Senhor é nossa  força!
Mais uma atividade para o carnaval e já começarei a pensar na Quaresma!
Divirtam-se!!!


Fonte: http://www.catequesenanet.com.br

FRASES QUE NÃO DEVEMOS USAR


Resolvi separar algumas frases, atrapalham um bom planejamento da catequese impedindo que diversos grupos de catequistas pelo menos tentem fazer coisas diferentes, saindo da mesmice e do marasmo. São elas:

• Que ridículo!
• Não temos tempo.
• Em time que está ganhando não se mexe.
• Está bom assim. Por que mudar se está funcionando bem?
• Ninguém vai participar. É melhor nem fazer.
• Nunca fizemos isso antes. Não vai funcionar.
• Não estamos preparados para isso.
• Isso é problema deles, não nosso.
• Vamos pôr os pés no chão.
• O Padre não concordaria com isso.
• Não é prático.
• Custa muito caro. Não está no orçamento.
• Já tentamos assim.
• Alguém já tentou antes?
• Será que o conselho pastoral aprovaria?
• Não é nossa responsabilidade.
• Os pais não querem nada com nada. Não adianta convidá-los.
O medo não pode ser o maior sentimento entre nós, lideranças pastorais, catequistas e coordenadores. Quem sabe você arrisca a enfrentá-lo? Quem sabe você tenta fazer coisas diferentes? Quem sabe você partilha com os demais os seus sonhos, projetos e desejos para a catequese?

Se eu disser “Eu posso, eu quero, eu vou conseguir” e acreditar nisso, o universo conspira a seu favor. Mas por favor, não desista antes de pelo menos tentar.
“Eu posso, eu quero, eu vou conseguir.”
E você conseguirá.

http://junior-catequesecrisma.blogspot.com.br

Como acontece a iniciação cristã?


1.   Como acontece a iniciação cristã?
A iniciação cristã é um processo, uma experiência, um caminho que se percorre (nº 289) a saber:
a) O anúncio da Palavra. O primeiro passo da iniciação cristã é o anúncio, a boa noticia, a pregação da Palavra. Daí a necessidade de catequistas iniciados, isto é, com a experiência do encontro com Jesus Cristo e sua Palavra.
b) O encontro com Cristo. É um encontro marcante, transformante, vivo, persuasivo. Trata-se de uma experiência pessoal e comunitária, algo envolvente, impactante, apaixonante.
c) A conversão permanente. O encontro com Jesus Cristo leva à conversão, à mudança de vida, à transformação de jeito de pensar, sentir, agir e ser.
d) Inserção na comunidade. A Igreja é o corpo de Cristo, comunidade de fé, esperança e caridade. Quem se encontra com Cristo, descobre a Igreja, nela se engaja e trabalha. Crescer no conhecimento bíblico e participar da vida sacramental é um jeito concreto de se viver a iniciação cristã.
e) Espírito e ação missionária. Todo cristão, todo batizado e toda Igreja de Cristo é em si mesma missionária. A iniciação culmina na missão que por sua vez aprofunda a comunhão com Cristo e sua Igreja.

2.   Frutos da iniciação cristã.
São muitos frutos da iniciação cristã. Antes de tudo a pessoa entra num processo de conhecimento, amor e seguimento de Jesus Cristo. Ele faz a vida ser nova, bela e grande. Os cristãos iniciados têm a identidade cristã bem definida através das convicções fundamentais que vêm da fé e o sentido da vida.
O Documento de Aparecida (nº 292) elenca alguns frutos da iniciação cristã:
a) O espírito de oração: a iniciação ensina a rezar, cria em nós o hábito de oração, o gosto de rezar e a perseverança na oração.
b) O amor à Palavra: há uma familiaridade, um apego, uma paixão pela Palavra de Deus e a vivência da mesma.
c) A prática da confissão: quem recebe a iniciação procura o sacramento do perdão, porque vive num processo de conversão e de santificação.
d) A participação da Eucaristia: é uma participação consciente profunda, amorosa que ajuda o iniciando viver o mistério pascal no cotidiano ou semanalmente.
e) Inserção na comunidade: a pessoa iniciada ama a Igreja, por ela sofre, nela trabalha com amor, generosidade e dedicação.
f) A solidariedade: é a vivência da caridade, do amor fraterno, da justiça e promoção humana.
g) O fervor missionário: quem teve uma catequese de iniciação cristã, demonstra essa experiência na ousadia, criatividade e ímpeto missionário. Adquire espírito e consciência missionária.
A paróquia é o lugar onde se ensina e se vive a iniciação. A Igreja nos oferece o livro litúrgico, Ritual de Iniciação Cristã de Adultos - RICA, que é fonte de ensinamento, prática e celebração da iniciação cristã.


CONCLUSÃO

  1. Iniciação Cristã é um jeito de dar catequese que ajuda o catequizando a fazer uma forte experiência do amor de Deus e a realizar um encontro vivo e decisivo em sua vida. Leva à configuração com Cristo, a uma nova vida, com vivência litúrgica, participação na comunidade eclesial e prática missionária.
  2. Iniciação Cristã é sinônimo de: conversão, transformação, mudança de vida, seguimento de Jesus, união entre fé e vida, que leva ao encantamento por Jesus e pelo evangelho, à participação na liturgia e vida de oração, ao engajamento na comunidade é à missão evangelizadora.
  3. A Iniciação Cristã é um processo, uma caminhada, um itinerário com etapas progressivas, com estudo, celebração e vivência da fé. Portanto, é um caminho a ser percorrido, cujos pontos principais são: o encontro com Cristo, a conversão, o discipulado, a vida litúrgica, a vivencia comunitária e a missão evangelizadora.
  4. Iniciação Cristã é antes de tudo fascinação e encantamento por Jesus Cristo e o reino, é uma decisão de seguir Jesus, ter seus sentimentos, seus critérios, suas atitudes. Esta catequese não focaliza a doutrina, a obrigação, o ensino teórico, pelo contrário, procurar atrair, encantar, fascinar o catequizando no seguimento de Jesus, no amor à Igreja, na vida de oração e na missão transformadora.
  5. A Iniciação Cristã é o jeito de dar catequese, é uma pedagogia e metodologia que une fé, oração, amor fraterno, missão. O tempo de duração da catequese chama-se catecumenato porque antigamente preparava os adultos para receber os sacramentos do batismo, crisma e eucaristia. Hoje, chamamos de catecumenato tanto a catequese para adultos não batizados, como para adultos batizados mas não evangelizados.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE - 2014

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