Nossa Sra. de Fátima

Nossa Sra. de Fátima
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Sete chaves para ler a Bíblia



O texto abaixo ´pode ser adaptado para dinâmica.
  Cada criança,( se forem poucas crianças. Caso contrário faça grupos de 7) recebe uma cartolina onde desenhará uma chave em tamanho grande. Escolherá depois a parte do corpo que quer representar.
Sob o comando da catequista cada um (grupo) vai apresentando seu cartaz e conversando sobre ele.
Ao final as chaves devem ser recortadas e unidas num barbante, formando grande chaveiro. 

Mensagem : entender a profundidade e importância da leitura da Bíblia como um livro  que nos indicará o caminho para uma vida obediente às leis do Senhor e que nos dará como recompensa o Reino de Deus.
 


Você tem sete chaves que abrem o seu coração para ler a Bíblia de forma libertadora, agradável e correta. Estas chaves são fáceis de se encontrar, pois elas estão simbolizadas em seu próprio corpo. Com as "Sete Chaves" você encontra a Palavra de Deus que está na Bíblia e na vida e entenderá melhor o sentido escondido atrás das palavras. Veja só:

- Pés: Bem plantados na realidade - Para ler bem a Bíblia é preciso ler bem a vida, conhecer a realidade pessoal, familiar e comunitária do país e do mundo. É preciso conhecer também a realidade na qual viveu o Povo da Bíblia. A Bíblia não caiu do céu prontinha. Ela nasceu das lutas, das alegrias, da esperança e da fé de um povo (Ex 3,7). 

 - Olhos: Bem abertos - Um olho deve estar sobre o texto da Bíblia e o outro sobre o texto da vida. O que fala o texto da Bíblia? O que fala o texto da vida? A Palavra de Deus está na Bíblia e está na vida. Precisamos ter olhos para enxergá-la.
 
-Coração: Livre para amar - Ler a Bíblia com sentimento, com a emoção que o texto provoca. Só quem ama a Deus e ao próximo, pode entender o que Deus fala na Bíblia e na vida. Coração pronto para viver em conversão.
 
- Ouvidos: Atentos, em alerta - Um ouvido deve escutar o chamado de Deus e o outro escutar o seu irmão.  
 - Boca: Para anunciar e denunciar - Aquilo que os olhos viram, os ouvidos ouviram e o coração sentiu a palavra de Deus e a vida.  
 - Cabeça: Para pensar - Usar a inteligência para meditar, estudar e buscar respostas para nossas dúvidas. Ler a Bíblia e ler também outros livros que nos expliquem a Bíblia. - Só com muita fé e oração dá para entender a Bíblia e a vida. Pedir o dom da sabedoria ao Espírito Santo para entender a Bíblia.  

-Joelhos : Dobrados em oração
só com muita fé e oração dá para entender a Bíblia e a vida . Pedir o dom da Sabedoria ao Espírito Santo para entender a Bíblia.

Fonte: http://kantinhodafe.blogspot.com.br

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

DINÂMICA- O MEU CORPO É TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO

DINÂMICA- O MEU CORPO É TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO


Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 20 minutos.

Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.

Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que os outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca… ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar. Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco.

Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Qual a importância de cada parte do corpo, conduzir um momento de oração agradecendo a Deus pelo membros do nosso corpo. Cada um pode rezar em voz alta agradecendo a parte do corpo que desenhou… por exemplo: Obrigado Jesus pela minha boca, pois com ela posso me comunicar…

Tem como objetivo levar as crianças a trabalharem em grupo, fazendo essa atividade valorizar o corpo que é templo do Espírito Santo.



DINÂMICA PARA FALAR SOBRE O ESPÍRITO SANTO



Vamos celebrar a Festa de Pentecostes. E falar sobre o Espírito Santo para as pessoas que ainda não têm maturidade na fé é sempre difícil, uma vez que é algo que se sente, não que se vê. Reconhecer a ação do Espírito Santo é uma experiência sensitiva, espiritual, para a qual as palavras são insuficientes.

Mas, podemos aplicar uma dinâmica que ajude os catequizandos a compreenderem de que forma o Espírito Santo age no coração das pessoas.

Material necessário:

Uma vela (pode ser uma velinha votiva)

Um pratinho (para colocar a vela)

Um tubo redondo com 10 a 12 cm de diâmetro e 20 cm de altura, aberto nas duas pontas (pode ser um pedaço - 20 cm - de cano de água de 4 polegadas)

Um pedaço de cartão grosso ou madeira, maior que a boca do tubo.

No dia do Encontro:


Preparar o local de modo que as cadeiras fiquem em círculo, em volta de uma mesa. Depois da acolhida e da oração inicial, fazer a leitura do Evangelho de João 20, 19-22. Pedir aos catequizandos que reflitam sobre o que Jesus faz. Jesus soprou o Espírito Santo sobre os apóstolos e os enviou ao mundo para que? Essa ordem de Jesus foi apenas para aqueles que lá estavam? O Espírito Santo foi dado somente a eles? Mostrar que todos recebem o Espírito Santo pelo Batismo e pela Crisma.

Questionar: Se todos recebem o Espírito Santo, por que há pessoas que não vivem conforme o Espírito.

Dinâmica:

Pedir a atenção de todos e mostrar a vela que está sobre a mesa. Dizer que essa vela acesa simboliza o Espírito Santo no coração das pessoas. Acender a vela e pedir que um de cada vez se aproxime e coloque a mão próxima da vela. Depois que todos fizeram a experiência, perguntar o que sentiram: calor, ardência. Comparar isso com o que sente aquele que tem o Espírito no coração e também o que sentem as outras pessoas que se aproximam deste, pois quem tem o Espírito no coração é acolhedor e solidário.
Colocar a vela debaixo do tubo deixando a ponta de cima aberta. Pedir que um de cada vez se aproxime, encoste a mão no tubo, chegando próximo e olhando dentro. Depois que todos fizeram isso, perguntar se a vela ainda está acesa, se eles estão vendo ou se sentiram o calor da vela. Mostrar que a barreira que foi colocada impediu que a chama fosse vista ou seu calor fosse sentido. Comparar com aqueles que tendo o Espírito no coração, apesar de nutri-lo com orações (continuar ligado a Deus) não se abrem para as outras pessoas, mantendo o coração fechado. Mostrar que apesar da chama não se apagar, ela já não é mais tão forte, está fraca, sem calor.
Tampar a parte de cima do tubo por alguns instantes, até que o ar que havia dentro dele seja consumido e a vela se apague. Enquanto isso questionar o que acontece com as pessoas que receberam o Espírito Santo, mas não manteve nem mesmo o contato com Deus. Destampar e deixar que cada um possa verificar que a vela se apagou. Comparar com as pessoas que se afastam de Deus e por isso não alimentam o Espírito que está no seu coração.
Explicar que o Espírito não foi embora, está lá, mas já não consegue aquecer o coração dessas pessoas. No entanto, se elas se aproximarem de Deus e das outras pessoas que estão repletas do Espírito, essa chama vai se acender novamente.

Conclusão:
Ler o texto do Pentecostes, Ato dos Apóstolos 2, 1-6, e mostrar que aqueles que recebem o Espírito Santo de Jesus devem ir ao mundo, às outras pessoas e dar testemunho do seu amor


 http://www.comunidadesdeamor.com/
FONTE http://jardimdafe.blogspot.com.br/


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

DINÂMICAS

Objetivo: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas; despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas.
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutosCRIANA~1
Material: lápis e papel
Descrição: O coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades, mas sim os defeitos dos outros. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.
1. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no entender caracteriza seu colega da direita;
2. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita, nem vir assinada;
3. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;
4. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta, procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.
5. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;
6. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades, porém, no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;
7. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo.
Objetivo: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas; despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas.
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: lápis e papel
Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades, mas sim os defeitos dos outros. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.
1. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no entender caracteriza seu colega da direita;
2. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita, nem vir assinada;
3. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;
4. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta, procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.
5. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;
6. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades, porém, no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;
7. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo.

FONTE: http://soucatequista.com.br/


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

DINÂMICAS

 DINÂMICA: CARTÕES E BALÕES

Número de participantes: até 40 participantes
Tempo de duração: 45 minutos
Objetivos:
Geral: Favorecer a apresentação do grupo
Específico: A partir de um estímulo verbal, promover a descontração dos membros do grupo e sua conseqüente apresentação.
Material: bexigas coloridas; cartões coloridos; lápis hidrocor e papel ofício.
Desenvolvimento:

1- Enumerar uma série de cartões coloridos e no seu verso escrever a seguinte ordem: “Estoure uma bexiga da cor do seu cartão”
2- Encher as bexigas coloridas e introduzir em cada uma delas papéis chaves contendo frases pitorescas, alusivas à apresentação dos membros do grupo.
3- Dispor as bexigas no centro da sala.
4- Formar um círculo em volta das bexigas coloridas.
5- Dispor os cartões coloridos em uma mesa e solicitar aos participantes que escolham cada um o seu cartão.
6- Convidar o portador do cartão de número 1 para que, no centro do círculo estoure uma bexiga da mesma cor do seu cartão de acordo com a ordem expressa no verso.
7- Estourada a bexiga, o papel chave que estava no seu interior deverá ser lido em voz alta e atendida sua solicitação.
8- O procedimento continua com a pessoa do cartão de número 2, e continua até que todos tenham se apresentado.
Sugestões para as frases:
- Como devemos chamar você?
- Escolha alguém do grupo e apresente-se formalmente a essa pessoa.
- Qual sua expectativa com relação a catequese?
- O que você espera receber deste grupo? 

* DINÂMICA ENCONTRO

MATERIAL: Gravador. CD com música suave. Frases (formando pares idênticos) selecionadas da Bíblia.
OBJETIVO: Promover a integração entre os catequizandos. Criar um ambiente e acolhedor.
DESENVOLVIMENTO:

1- Grupo em círculo, sentados. Colocar uma música harmonizante de fundo. O catequista distribui os textos, tendo o cuidado de verificar que vai ser possível formar pares.
2- O catequista explica que, dois a dois, os catequizandos receberam textos idênticos e que devem caminhar pela sala buscando encontrar o seu par, ou seja, aquela pessoa que tem o texto igual ao seu.
3- Após terem sido encontrados os pares, será dado um tempo de 5 minutos para que conversem aos pares trocando informações, tais como: nome; de onde veio; o que coisas mais gosta de fazer; o que espera do encontro e façam uma reflexão sobre a frase Biblica
4- Feito isso, o catequista escolhe um catequizando que iniciará as apresentações, apresentando seu par ao grupo. Na apresentação, seguir o modelo:
“Amigos, tenho o prazer de lhes apresentar ........................, que é uma pessoa (dizer uma qualidade que identificou na pessoa) e continuar a apresentação.
5- A apresentação continua com cada dupla apresentando-se um ao outro, até que todos tenham sido apresentados.
6- Fazer um comentário breve sobre a reflexão que fizeram sobre a frase, o que ela acrescentou a eles. 

* DINÂMICA: CARTAZ

MATERIAL: Papel e lápis (pode ser lápis de cor)
OBJETIVO: Favorecer a desinibição, promovendo a interação.
DESENVOLVIMENTO:

1- Distribuir papel e lápis para cada catequizando, que estarão posicionados em círculo.
2- Orientá-los a fazer um desenho – qualquer desenho – que represente algo de si, um desenho espontâneo.
3- Determinar o tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu cartaz.
4- Uma vez concluídos os cartazes, cada pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz, de forma visível, aos demais catequizandos e proceder a sua apresentação: nome e explicação do desenho e sua expectativa em relação à catequese.
5- Plenária:
Ao final, o catequista dará a oportunidade para os catequizandos possam complementar sua apresentação ou a de um amigo, podendo também, expressar o que achou da dinâmica, se sentiu alguma dificuldade, entre outros.

* DINÂMICA: PORQUE EU AMO VOCÊ

OBJETIVO: Promover a integração entre os participantes. Criar um clima espiritual e amoroso.
MATERIAL: Tiras de papel para ser distribuída aos participantes.
DESENVOLVIMENTO:

· Distribuir as tiras de papel, solicitando que cada um escreva o seu próprio nome de forma bem legível, e depois dobre.
· Recolher os papéis, misturar e distribuir novamente, pedindo que cada um verifique se não tirou o próprio nome. Em caso positivo, deverá devolver e pegar outro papel, como se fosse o sorteio da brincadeira "Amigo Secreto".
· Cada participante deverá ler para si o nome da pessoa que tirou e pensar porque ama essa pessoa. (Que qualidades ela tem que você mais admira?)
· Após determinado tempo, um por vez, deverá levantar-se, dizer o nome da pessoa que tirou e dizer em voz alta porque ama essa pessoa.
· Outra variação seria iniciar falando “eu amo essa pessoa porque ela tem tais e tais qualidades, etc, etc, e por fim, mencionar o nome da pessoa a quem está se referindo ou deixar que os demais tentem adivinhar.

* DINÂMICA: AUTOPROPAGANDA

OBJETIVO: Estimular conhecimento pessoal.
MATERIAL: Folha de papel; lápis ou lápis coloridos.
DESENVOLVIMENTO:

· O catequista solicita que cada catequizando desenhe ou pinte uma propaganda de si mesmo. Também é possível pensar no tipo de pessoa que se sentiria atraída pela propaganda.
· Cada participante apresenta sua propaganda ao grupo.
· As outras pessoas do grupo são solicitadas a acrescentar alguns
aspectos que foram omitidas na propaganda do colega.
· Avaliação: o que cada um achou da dinâmica. Sentiram alguma
dificuldade? Qual o objetivo da dinâmica?

* DINÂMICA: SEGUINDO O CHEFE

Objetivo: Fazer um desenho em grupo onde cada participante esteja em uma situação especial.
Propósito: Trabalhar a cooperação, a comunicação, a empatia, a diferença, ...
Recursos: Papel, canetas, vendas para os olhos e tiras para amarrar os braços que não irão utilizar.
Número de Participantes: Grupos de 5 pessoas
Duração: A tarefa de desenhar o barco deve ser cumprida em cinco minutos.
Descrição:
 
Dividir a turma em grupos de cinco pessoas, colocando-as sentados no chão. Cada grupo terá como tarefa desenhar um barco utilizando uma folha de papel e canetas coloridas. Cada participante fará uma ação de cada vez, passando em seguida o desenho para o outro participante e assim por diante passando por todos um traço de cada vez até que o desenho esteja concluído ou tempo encerrado. Exemplo: oprimeiro participante faz um traço, para e a próxima ação é de outro participante. Os participantes terão também de obedecer as seguintes características individuais:
 
Participante 1 - é cego e só tem o braço direito;
Participante 2 - é cego e só tem o braço esquerdo; 
Participante 3 - é cego e surdo; 
Participante 4 - é cego e mudo; 
Participante 5 - não tem os braços;
 
Portanto, para desenvolverem esses papéis, o catequista pede que os grupos escolham quem será 1,2,3,4 e 5 entregando vendas par os olhos e tiras de pano para amarrar os braços que não deverão utilizar. Quando os grupos estiverem prontos, começar a contar o tempo, deixando que osgrupos façam a atividade sem interrupção. Neste momento o catequista fica em silêncio, apenas observando o trabalho. Caso alguém solicite ajudaou informações, reforce as instruções já ditas sem dar outras orientações. Caso algum participante faça perguntas do tipos está certo? Pode fazer assim? Deixe o grupo decidir. Não interfira. Estas situações poderão ser retomadas no momento de debate, para análise e como ilustração para outros comentários. 
Após a dinâmica, conversar sobre as dificuldades encontradas, os desafios superados e as formas decooperação colocadas em prática.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Formação Humana na catequese.





DINÂMICA


Formação Humana na catequese  "Ser jovem é ter uma causa a quem consagrar a própria vida."
Veja os outros encontros



O catequista e os catequizandos fazem um círculo, estando todos sentados. A primeira pessoa à direita do(a) catequista diz o seu nome; a segunda pessoa fala o nome da primeira e o seu nome; a terceira pessoa fala o nome da segunda e o seu nome; a quarta pessoa fala o nome da terceira e o seu nome; a quinta pessoa fala o nome da quarta e o seu nome e assim sucessivamente até chegar ao catequista.

Essa dinâmica mostra que todos nós devemos conhecer bem, para poder nos amar. Deus nos conhece e nos ama. Ele nos conhece pelo nosso nome (Ap 2, 17b). Foi assim que Jesus e os apóstolos começaram a ter amizade, como em Jo 1, 39: "Então (Pedro e André) foram e viram onde (Jesus) morava e permaneceram com ele naquele dia".

Quando conhecemos pessoalmente alguém, deixamos de lado as fofocas e os preconceitos, temos melhores condições de gostar dessa pessoa como realmente ela é e não como os outros pensam que seja.

Em Jo 10, 14 Jesus diz: "Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas me conhecem". Quanto mais nos conhecer,  melhor podemos amar.

Fonte: www.catequisar.com.br
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